Encontro com as forças vivas e comerciantes da Brava

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Vieram de todos os recantos da Ilha para falarem da Brava, seus problemas e proporem aquilo que julgam importante e urgente para que a Ilha se liberte do isolamento e se insira no mapa deste Cabo Verde que eles adoram mas sentem distante e, no entanto, dentro do coração do bravense. Uma participação alargada e diferenciada e a demonstração de uma boa vitalidade democrática

Desde o orgulho de que a Brava alcançou os objectivos do milénio em termos de saúde pública, ao eterno Eugénio Tavares, os participantes deste encontro com as forças vivas souberam deixar claro o que a Brava e o bravense são. Quais as potencialidades da ilha e quais os seus limites. Fizeram exigências (polícia melhor equipada em termos de comunicação e de transporte, melhor infra-estrutura de saúde, mais disponibilidade de água, sistema de transportes mais eficiente e regular etc.) e mostraram-se dispostos a entrar no barco e a fazer com que a Ilha tenha um papel mais preponderante no desenvolvimento de Cabo Verde.

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