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Dra. Lígia Dias Fonseca reflete com os jovens da comunidade de Santo Egídio sobre a promoção da paz.

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Dra. Lígia Dias Fonseca, participou, ontem, 31 de janeiro no ciclo de reflexões promovido por um grupo de 30 jovens da comunidade de Santo Egídio, residentes na localidade de Safende. O evento sob o lema “Por uma cultura da não-violência – uma emergência nacional: a política como Espaço ou Meio para Educação para não Violência, enquadra-se num ciclo de reflexões levado a cabo por essa organização social com o objetivo principal de desafiar os jovens da cidade da Praia a refletirem sobre as atitudes e comportamentos que enformam a cultura da não-violência nas mais variadas situações da convivência humana.

 

A Drª. Lígia Dias Fonseca, na qualidade começou a sua intervenção dizendo que não podia começar este momento de reflexão e partilha sem antes agradecer esses jovens “pela força e pela coragem; estar aqui, hoje, partilhando ideias e experiências, sobre a promoção da cultura da paz, convosco, jovens de várias faixas etárias, é uma honra, o mundo e a nossa sociedade agradecem, pois, a paz é um bem fundamental para a existência humana”.

 

Continuou a sua abordagem, dizendo que um dos grandes problemas que afetam o nosso país prende-se com a violência, pois, muito raramente os noticiários não relatam episódios violentos. “Mortes, agressões, violência policial, assaltos, abuso de menores, etc., passaram a ser uma constante nos diferentes meios de comunicação social”, reiterou.

Afirmou, ainda que “esses registos traduzem o peso que a violência vem tendo nas nossas vidas, condicionando-nos de forma diversa. Desde a utilização de determinados adereços no nosso vestuário, aos percursos que realizamos, aos horários para estar fora de casa, etc.”

Fez, também, referências às varias mensagens de paz que o Papa Francisco dissemina, uma delas dizendo que o “próprio Jesus viveu em tempos de violência”.

Ensinou que o verdadeiro campo de batalha, onde se defrontam a violência e a paz, é o coração humano: «Porque é do interior do coração dos homens que saem os maus pensamentos» (Marcos 7, 21).

Falou, ainda, dos sucessos alcançados por Mahatma Gandhi e Khan Abdul Ghaffar Khan, na libertação da Índia, e por Martin Luther King Jr contra a discriminação racial.

 

Terminou dizendo que as mulheres são lideres na promoção da paz, as mulheres, como, por exemplo, Leymah Gbowee e milhares de mulheres liberianas, que organizaram encontros de oração e protesto não-violento (pray-ins), obtendo negociações de alto nível para a conclusão da segunda guerra civil na Libéria.

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