Primeira Dama, Dra. Lígia Fonseca, lança, em Cabo Verde, a campanha «Nascer Livre para brilhar», 01 de Dezembro de 2018

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No Dia Mundial de luta contra o VIH/SIDA, numa cerimónia presidida pelo presidente do CCS/SIDA e Ministro da Saúde, Dr. Arlindo do Rosário, a Primeira Dama, Dra. Lígia Fonseca, lança, em Cabo Verde, a campanha «Nascer Livre para brilhar».

Na sequência da decisão política dos Chefes de Estado Africanos de erradicar o VIH/SIDA nas crianças, até 2030, pela eliminação da transmissão mãe-para filho do VIH e manter as mães saudáveis, a Organização das Primeiras Damas de África contra o VIH-SIDA (OAFLA) abraçou este compromisso e lançou a Campanha Free to “Shine” que, no nosso país, se traduziu para “Nascer Livre para Brilhar”. “

Conforme enunciou a Primeira Dama Lígia Fonseca, esta campanha visa: Aumentar a conscientização sobre a epidemia de VIH em crianças e a necessidade de priorizar crianças e mães, para garantir que os sucessos alcançados na redução de infeções sejam estendidos a esse grupo vulnerável; Aumentar a compreensão de como prevenir o VIH e a SIDA e a sífilis na infância, mantendo as mães saudáveis, prevenindo a transmissão de mãe para filho e garantindo a identificação e tratamento rápido e eficaz de crianças infectadas pelo VIH; Defender a mobilização de recursos e priorizar a prestação de serviços de saúde eficazes e sustentáveis contra o VIH/ SIDA , acessíveis a todos os que deles necessitam.

Lígia Fonseca sublinhou que o sucesso na luta contra a SIDA e a eliminação da Sífilis requer compromisso e colaboração entre governos, organizações globais e regionais, indústria e comunidade, todos trabalhando juntos para alcançar um objetivo comum. Por isso, a Primeira Dama diz que vai apelar à contribuição das empresas nacionais e representações diplomáticas sediadas no país para que se tornem parceiras desta campanha.

A Primeira Dama fez questão de alertar que os bons resultados que Cabo Verde apresenta na luta contra a transmissão vertical do VIH/SIDA de mãe para filho exigem que continuemos atentos e que consigamos garantir os meios para que as pessoas que estão a fazer tratamento com os antirretrovirais e as crianças nascidas de mães seropositivas possam ter uma boa alimentação e acesso ao leite artificial de substituição, para além da continuação da melhoria dos serviços de saúde e de atendimento específico para estas situações.

Vamos nos unir para acabar com a SIDA na infância e manter as mães saudáveis, por um futuro mais brilhante para nossos filhos e para toda a África.