PR traz “novo olhar sobre ilhas do norte” – Superintendente Igreja do Nazareno

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A Superintendente da Igreja do Nazareno na Região Norte Leniza Soares, considera que a presença do Chefe de Estado em São Vicente “traz um novo olhar sobre as ilhas do norte”. Segundo aquela responsável “esta descentralização está a ser efetivada e nos congratulamos com isso, e que todos nós possamos contribuir com a nossa parte”.

Estas foram as considerações feitas por aquela responsável à comunicação social, após audiência com o presidente da República esta sexta-feira, no quadro da Presidência na Ilha que decorre em São Vicente. Uma política que considera interessante por permitir uma magistratura de proximidade, felicitando assim o Chefe de Estado pela iniciativa.

Ao mais alto magistrado da Nação,  deu a conhecer todo trabalho que a Igreja do Nazareno tem feito na área social, particularmente no cuidado às pessoas e às famílias e principalmente neste período, depois de anos de seca, a pandemia e agora os desafios impostos pelo atual contexto internacional.

A superintendente mostra-se especialmente preocupada com o equilíbrio das famílias afetadas pelos limitados recursos, o que têm reduzido a sua capacidade e o poder de compra, com impactos negativos nos estudos, com registos de abandono escolar.

Face a isso, a Igreja do Nazareno, conta, mais do que assistir, tem tido a preocupação de empoderar, formar, treinar as mulheres, os pais, os filhos, capacitando-os para poderem enfrentar os desafios atuais e terem um dia a dia de uma forma mais equilibrada.

“O cenário internacional já está a ter reflexo no aumento dos preços, e isto vai ter impacto a nível da delinquência, pela necessidade e o querer ganhar mais, perspetiva Soares assegurando que “Nós estamos atentos e orando a Deus que as coisas possam equilibrar e sarar, a igreja está atenta e fazendo a sua parte”.

Durante o encontro com José Maria Neves, a superintendente destacou, também, as intervenções que têm feito a nível da educação, particularmente a nível do pré-escolar, mas também da formação efetiva dos cabo-verdianos, que de restos, “são preocupações que também têm merecido a atenção e a disponibilidade do Presidente da República”.